domingo, 17 de agosto de 2014

Socorrista Eduardo Bailon palestra no Projeto Direito no Cárcere






Mutirão de Pintura do Direito no Cárcere realizado no Espaço G do Instituto Psiquiátrico Forense


Vote Consciente - Composição Oficina de Música



Carta de Doação recebida pela contribuição de R$100,00 (deposito feito 16/07/2014) pela Paola - para a organização Festa de Aniversário 3 anos do Projeto Direito no Cárcere.

Carta de Doação recebida pela contribuição de R$100,00 (deposito feito 16/07/2014) pela Paola - para a organização Festa de Aniversário 3 anos do Projeto Direito no Cárcere.

E ai gurizada do direito no cárcere!!

Meu nome é Paola e eu acompanho vocês a muito tempo pelo facebook.

Conheci o direito no cárcere por pura curiosidade, após uma aula de direito penal cheguei em casa e fiquei pensando no que eu tinha escutado na aula sobre ressocialização, joguei no google “projeto de ressocialização” e então achei vocês!! Foi amor ao primeiro clique, fiquei encantada com tudo que a Carmela faz ai.

Desde então espalho o direito no cárcere para todos que conheço, onde eu vou não deixo de falar em vocês. Fui ao ciclo de estudos no ano passado, o que muitos por ignorância e preconceito me falaram que era loucura minha, não achei loucura, muito pelo contrário, sai do auditório do presídio central outra Paola. Chorei muito ai naquele dia, não de tristeza mas de emoção mesmo, de ver o quanto é grande o carinho que vocês tem pela Carmela e ela por vocês, em saber que é possível sim, vida no cárcere!!

Eu me identifico com vocês porque meu pai é usuário de drogas, objetivamente crack, e lutamos muito contra isto, a cerca de 10 anos eu não tinha contato nenhum com ele, este ano voltamos a nos falar e eu vi o quanto isso está sendo importante para ele, o quanto o apoio, carinho, compreensão é importante.

Eu via em vocês nos vídeos, nas fotos, uma forma de criar coragem de ajudar meu pai. Isto me motivou a ajudar voluntariamente o projeto, obrigada meninos, porque eu tenho que agradecer mesmo, não sou eu que estou ajudando vocês e sim vocês me ajudando, a ser alguém melhor, me livrar de “pré-conceitos” que a sociedade cria em nós.

Tenham em mim uma amiga!
Força e Luz para todos!

Abraços,

Paola.

Obs: Não sou boa com palavras, mas escrevi o que eu estava sentindo!#DIREITONOCARCERE!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Direito no Cárcere torce pelo Brasil!




Somos cidadãos, Somos Todos Brasileiros! #brasil#copa!#direitoshumanosDireito no Cárcere torce pelo Brasil!

Pedido de Doação de Camisetas

CAMISETAS

Pessoal, BOM DIA!

O custo das camisetas que precisamos para a Confraternização de Três anos do Projeto Direito no Cárcere tem valor médio R$16,00 - total R$960,00 - para 60 unidades (distribuição gratuita para os detentos e voluntários do dia do aniver). Assim, aqueles que puderem colaborar com as doações. Agradeço. Já temos dinheiro para o bolo e salgadinhos para 60 pessoas. Agora falta arrecadar recurso para as camisetas. Interessados em colaborar a conta é 15.435-0, agência 3255-7, Banco do Brasil, em meu nome Carmela Grune.

Quem doar, por favor mande um e-mail para direitonocarcere@gmail.com informando nome completo, valor depositado e motivação em participar. O exemplo é uma forma de estimular novos doadores! Obrigada!
Na fotos está a arte que foi estampa da segunda camiseta comemorativa aos dois anos de Direito no Cárcere. Feita pelo voluntário Deon Art. Quem quiser propor a arte comemorativa aos três anos de projeto, entrar em contato! Obrigada!




Palestra e Oficina de Literatura, com a convidada Taysa SCHIOCCHET, abordando o tema Meu corpo, teu gênero e nossos direitos.

Atividade DC - 11/07

No dia 11 de julho, das 9h30min até 13h30min, Palestra e Oficina de Literatura, com a convidada Taysa SCHIOCCHET, abordando o tema Meu corpo, teu gênero e nossos direitos.

Objetivo : O objetivo desta atividade é trabalhar com as noções de gênero, corpo, sexualidade e a construção da subjetividade, bem como os direitos sexuais e reprodutivos e seus temas mais atuais, desconstruindo mitos acerca destas noções. Serão trabalhados temas como homossexualidade, transexualidade, machismo, feminismo, violência de gênero, afetividade, relações familiares e paternidade.

Curriculo : Doutorado em Direito (2010) pela UFPR, com período de estudos doutorais na Université Paris I - Panthéon Sorbonne e na Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO, Buenos Aires). Pós-doutorado pela Universidad Autónoma de Madrid (UAM), na Espanha. Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UNISINOS). Professora visitante da Université Paris X. Advogada. Líder do Grupo de Pesquisa |BioTecJus| Estudos Avançados em Direito, Tecnociência e Biopolítica.



Palestra e Oficina de Literatura - Extermínio da Juventude: Perdão e Justiça






Atividade do Direito no Cárcere – sexta-feira – 4 de julho é Oficina de Literatura e Palestra “Perdão e Justiça” com a Assistente Social, com Especialização em Violência Domestica,  também em Direito da Criança e do Adolescente e Especializanda em Perdas e Luto, Raquel Gladis Zimmermann. Proponha atividade inscreva-se aqui: https://docs.google.com/forms/d/1wUZ0UcFYOCAOPrG00JiY5mSlZ0QbC7ZSnlT6WEtOpJo/viewform

quarta-feira, 4 de junho de 2014

PARA O AMOR SOBRE VIVER NO CÁRCERE - PASC - PROJETO APROVADO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSO - LEI ROUANET

PARA O AMOR SOBRE VIVER NO CÁRCERE - PASC - COLABORE/COMPARTILHE!

PROJETO APROVADO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSO - LEI ROUANET 

Diante da participação orgânica da mulher no ambiente prisional masculino, seu papel construído historicamente, e ainda vigente mesmo sob forte contestação intelectual, de arquiteta da família – cuidando da casa, dos filhos, do marido, dos pais e trabalhando fora – delega-se a ela apresentar como o amor sobrevive no cárcere, usando as artes visuais para fomentar a voz de sua cidadania. Entrando no cotidiano das visitantes - companheiras, filhas e mães dos detentos que cumprem pena na Galeria E1, do Presídio Central de Porto Alegre - pretendemos realizar oficina de stencil, tendo como resultado final um mutirão de grafite e uma exposição “PARA O AMOR SOBREVIVER NO CÁRCERE”. Busca-se, assim, defender o direito à memória das mulheres no cárcere, realidade invisível, a qual tem importante papel para construção de outro olhar, de dentro para fora da prisão. De modo a gerar na sociedade novos comportamentos sociais pelo exercício da alteridade, este projeto tem como objetivo tornar evidente a capacidade de transformação das pessoas privadas de liberdade, bem como, o papel importante de influência das mulheres na mudança de entendimento e de atitudes preconceituosas sobre a possibilidade de regeneração dos detentos.


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Jornal Estado de Direito e Associação Cultural Reggae RS apresentam - Banda Lirica Rocha no Presídio Central de Porto Alegre - 1

Coletivo Luz no Cárcere & Banda do GrooV.I "Saudade"

Pedido de Doação - Cavaquinho

Pedido de Doação - Materiais de Artesanato

Oficina de Teclado

Agradeço também hoje ao voluntário Paulo Tomczyk que está ministrando oficina de teclado para os integrantes do Direito no Cárcere! Um passo a frente e você não está mais no mesmo lugar...

Oficina de Composição - Direito no Cárcere

Hoje no Direito no Cárcere teve Oficina de Composição, entre o tema escolhido para música - unidade, amizade, confiança, educação. Obrigada meu companheiro Ras Sansão por desmitificar o processo de composição. Foi muito gratificante! 


domingo, 30 de março de 2014

Projeto Direito no Cárcere recebe Medalha da Cidade de Porto Alegre

Foto: Karina Davila, Secretária Adjunta da Secretaria Municipal de Direitos Humanos, Carmela Grune, coordenadora do Projeto Direito no Cárcere, Tenente Coronel Osvaldo Machado da Silva, Diretor do Presídio Central de Porto Alegre, Tiero da Rosa e Heber Luis Trindade Moreira, ambos foram integrantes do Projeto Direito no Cárcere, hoje exemplos de superação e liberdade, e o Prefeito José Fortunati.
O projeto Direito no Cárcere, do Jornal Estado de Direito, coordenado pela advogada e jornalista, Carmela Grune, recebeu no 242º aniversário de Porto Alegre, dia 26 de março de 2014, a Medalha da Cidade que foi instituída por decreto em 1977, como um reconhecimento permanente da comunidade porto-alegrense à contribuição dos homenageados ao desenvolvimento da Capital gaúcha.
Link – http://www2.portoalegre.rs.gov.br/semanapoa/default.php?p_secao=61



segunda-feira, 24 de março de 2014

Jornalista Taís Seibt, Zero Hora

Tenho orgulho de conhecer a jornalista Taís Seibt e saber o quanto contribuiu com o projeto Direito no Cárcere conseguindo dar destaque na Zero Hora - em matéria de contracapa e documentário. Tua competência e sensibilidade, cuidado com as palavras deram o espaço ao tema. Arte de escrever, arte de incluir, arte da palavra que modifica o meio, abre espaço, janelas, portas, abre corações. Obrigada sempre também ao fotografo Tadeu Vilani que fez o registro com fotos e vídeos, grande fotografo o qual tenho a honra de contar com a sua colaboração, também, no Jornal Estado de Direito. Suas fotos falam por si, ter você junto a essa história toda - fortalece a caminhada que precisa estimular mais pessoas - no cuidado do que é direito e de que forma ele é usado e pode melhorar - a vida de quem está no cárcere ou em casa.

Veja matéria - http://www.unicos.cc/tais-seibt/#.UzBHnfldV0p.



Taís Seibt

“O barato de ser jornalista é ter uma porta aberta para conhecer o mundo, acesso a ver as coisas com os próprios olhos”

Postado em 20 de março de 2014 por Mariana Blauth

Desde pequena, Taís Seibt teve interesse pela leitura e escrita, estando sempre em volta de livros e cadernos durante sua infância. Na época da escola, participava de diversos concursos de redação, pela facilidade de produzir textos. Não foi à toa que ela escolheu jornalismo como profissão: essa afinidade fez com que ela escolhesse uma função em que era necessário escrever. Depois, acabou descobrindo que jornalismo era muito mais do que isso.
Aos 26 anos, Taís é repórter da editoria de geral da Zero Hora. A jornalista é formada desde 2011 pela Unisinos e, atualmente, é mestranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação na universidade.
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Taís na Ilha da Pintada, durante uma reportagem para a revista Primeira Impressão, da Unisinos.  (Foto: André Ávila)
O início da carreira
Antes de chegar à Zero Hora, Taís já havia trabalhado com jornalismo. Seu primeiro estágio, em 2004, foi em Gramado, cidade onde nasceu. Lá, trabalhou com assessoria de imprensa e fez trabalhos para o Festival de Turismo de Gramado e o Hotel Serrano, por exemplo. Depois, ainda em sua cidade natal, a profissional trabalhou em um site, para o qual produzia reportagens.
Em 2008, a jornalista mudou-se para Porto Alegre, onde trabalhou com assessoria de imprensa em uma agência e também trabalhou no Ministério Público Federal.
Dois anos depois, conseguiu um estágio na Zero Hora. Na época, ela trabalhava na Central do Interior. Segundo ela, a central não é uma editoria, mas as notícias se enquadravam na geral, como por exemplo, acidentes de trânsito e ocorrências policiais. “Era uma prévia do trabalho da geral”, lembra. Após as experiências adquiridas no setor, Taís passou a ser repórter no veículo.
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Taís fez uma reportagem para a Zero Hora em um aldeia indígena em Itapuã, na cidade de Viamão. (Foto: Bruno Alencastro)
Dia a dia
Para a jornalista, não existe rotina. A profissional fica sabendo de um dia para o outro quais serão seus horários e, apenas quando chega à redação que conhece a pauta a ser feita. Todos os dias, há uma demanda diferente.
De acordo com ela, quando o assunto é teórico, é necessário fazer ligações e conversar com especialistas, o que faz com que o profissional permaneça mais tempo no local de trabalho. Em contrapartida, quando a pauta envolve temas como enchentes na região metropolitana, por exemplo, o repórter sai às ruas e procura por histórias para contar.
Reportagem para ficar na memória
Taís recorda sobre a reportagem que mais marcou sua vida profissional: “A luz no cárcere”, realizada em 2013.  A matéria foi produzida no Presídio Central de Porto Alegre e tratou sobre o projeto “Direito no Cárcere”, que atende penitenciários em tratamento de dependência química.
Durante quatro semanas, a jovem, junto com alguns colegas da redação envolvidos na reportagem, visitou o local para conhecer o trabalho da advogada Carmela Grüne, coordenadora do projeto. Ela conta que conheceu um lado do presídio que não aparece na mídia. “Tive um aprendizado como pessoa, é uma realidade a que não temos acesso. Foi muito interessante, amadureci como ser humano e profissional”, conta.
O perfil e o trabalho
A profissional aponta quais são as características necessárias para um bom repórter. “Disponibilidade de ouvir é o principal. Contamos histórias dos outros, então, temos que saber o que eles têm a dizer”.
Para ela, ter a capacidade de interpretar também é fundamental e é possível que o profissional adquira essa característica por meio de conhecimentos gerais. Nunca parar de estudar, segundo ela, também é importante.
“O barato de ser jornalista é ter uma porta aberta para conhecer o mundo, acesso a ver as coisas com os próprios olhos. E, mais do que isso, apresentar o mundo para outras pessoas”, opina.

PINGUE-PONGUE
Um professor inesquecível: Pedro Luiz Osório, que foi o orientador do meu trabalho de conclusão de curso.
Uma vez matei aula para… assistir ao jogo do Grêmio.
Um amigo de infância que fiz na faculdade: Ana Cristina Basei
Um livro marcante: Honra teu pai, de Gay Talese
Um mico que paguei na faculdade: Vários, mas nenhum foi traumatizante.
Meu lugar favorito na Unisinos: Centro 3.
Todo jornalista é… doente, só pode ser (risos).
Todo jornalista deveria ser… apaixonado.
Um profissional da área que foi minha referência: Humberto Trezzi e Carlos Wagner. 




quinta-feira, 20 de março de 2014

Medalha Cidade de Porto Alegre - Projeto Direito no Cárcere é um dos indicados



Projeto Direito no Cárcere, coordenado por Carmela Grüne, do Jornal Estado de Direito, está entre os indicados para, no dia 26 de março, às 20h, no Theatro São Pedro, receber a Medalha Cidade de Porto Alegre, pelo trabalho desenvolvido no Presídio Central de Porto Alegre. Haverá presença de voluntários e, na expectativa, de integrantes que hoje estão em liberdade sob monitoramento eletrônico. Estamos felizes!

terça-feira, 18 de março de 2014

Doação de Roupas e Agasalhos - Ex-integrantes com Tornozeleiras

DOAÇÃO 
ROUPAS MASCULINAS

Pessoal, precisamos de doação de roupas para os ex-integrantes do Direito no Cárcere. Um passo importante foi dado, liberdade das drogas e a outra agora foi liberdade da prisão. Ontem mesmo saiu um integrante do projeto - só com a roupa do corpo. Hoje liguei para a família dele - tive notícias que foi solto as 23h, chegando em casa meia noite. Peço aquelas que tiverem calças, camisetas, enfim, roupas masculinas para doação, me enviar um email direitonocarcere@gmail.com ou me ligar 51 3246-0242. Combinamos o local de entrega - Z.Sul ou Centro de PoA. Agradeço quem puder compartilhar.



LinK matéria JA - http://globotv.globo.com/rbs-rs/jornal-do-almoco/v/projeto-direito-no-carcere-busca-reabilitar-detentos-do-presidio-central-em-porto-alegre/3205059/

sexta-feira, 14 de março de 2014